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A Chapecoense enfrentou ontem em Brasília uma pressão do começo ao fim da partida diante do Brasiliense. Ainda jogando um futebol sofrível a equipe catarinense levou dois gols e suportou a pressão o suficiente para não levar o terceiro. A derrota em campo não tirou a classificação do Verdão que continua na Copa do Brasil. Mas foi a Chapecoense quem chegou antes mais próximo de marcar. Em troca de passes, Bruno Cazarini e Luciano Ratinho exigiram do goleiro Guto. Logo em seguida em contra-ataque do Verdão Waldson novamente exigiu intervenção do goleiro do Brasiliense que buscava pressionar, mas não conseguiu concluir para o gol da Chapecoense. O adversário precisava fazer gols e jogava com pressa diante de um adversário bem postada e a primeira boa intervenção do goleiro Ricardo só ocorreu aos 11 minutos. A Chapecoense passou a atacar mais aproveitando o espaço que o adversário dava. A partir dos 15 minutos o jogo ficou equilibrado, mas muito acelerado o que preocupava em função das condições físicas do time do Oeste que com cinco jogadores congestionou o meio campo. O time da casa insistia com jogo aéreo e pressionava de todas as formas. A insistência e a necessidade de gols produziu o primeiro aos 32 minutos quando Marcinho acertou um chute de longe sem chances para o goleiro Ricardo. O gol abalou os catarinenses e só deu Brasiliense. O segundo gol veio logo em seguida aos 40 minutos. Cicinho teve facilidade para cruzar e Vanderlei de cabeça concluiu. A bola ainda desviou em Rafael Morisco e foi para as redes. A Chapecoense deu resposta dois minutos depois e Ratinho em chute cruzado mais uma vez exigiu intervenção do goleiro Guto. Apesar de perder tudo pelo lado esquerdo e com Badé fazendo uma péssima partida, o time voltou o mesmo para o segundo tempo. O adversário teve o mesmo ímpeto que no inicio, pressionou e na pressa de marcar errava muito, mas desenhava que o terceiro gol seria questão de tempo. Mas Badé teve oportunidade que parou em Guto que fez duas defesas na mesma jogada. O Brasiliense colocou Ricardinho, o quarto atacante e Steve entrou para tentar melhorar a marcação. Isolado, Bruno Cazarini nada produzia. Sem iniciativa, a Chapecoense nada produziu até os 25 minutos, assistindo o Brasiliense que pressionava sempre em busca do próximo gol e o goleiro Ricardo trabalhou por todos. Como quem não faz leva, a Chapecoense com pouca bala na agulha chegou ao gol da classificação com Mazinho que recém havia entrado. Ele recebeu de Neném e na saída do goleiro pôs na rede. O gol obrigava o Brasiliense a fazer mais três para classificar. O time do Distrito Federal manteve a pressão suportada aos trancos e barrancos pela Chapecoense que dias 17 e 31 enfrenta o Atlético (Galo) Mineiro na segunda fase da Copa do Brasil. O Goleiro Ricardo foi o grande nome da partida pelo lado da Chapecoense, ao contrário da Maioria do grupo, com destaque negativo para Badé, uma avenida e Waldson displicente. Foram diversas defesas difíceis do goleiro que garantiu a classificação para a segunda fase. Brasiliense 2x1 Chapecoense Brasiliense: Guto; Cicinho, Moacri, Juliano e Edinho (Ricardinho); Tiaguinho, Pedro Aiube, Marcinho (Sidiní) e Iranildo (Dori); Vanderlei e Bebeto. Técnico; Roberto Fernandes. Chapecoense: Ricardo: Sagaz (Steve), Felipe, Rafael Morisco e Badé; Sílvio Bido; Luiz André, Luciano Ratinho (Mazinho), Neném (Tuto); Waldson e Bruno Cazarini. Técnico: Suca. Gols: 1º Tempo: Marcinho aos 32 min (B), Vanderlei 37 min. 2º Tempo: Mazinho 35 min Arbitragem: Péricles Basoli Cortes, auxiliado por Cláudio Soares e Dilber Pedrosa. Público 1958.
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Queremos um rival forte...NA PRiMEIRA DIVISDÃO DE SC.