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O dia foi mais calmo ontem (16) na Arena Condá e depois de espezinhar os jogadores na segunda-feira, um grupo de torcedores se reuniu com jogadores, comissão técnica e diretoria no centro do gramado para conversar sobre a situação do time no Estadual. Representando as torcidas organizadas esse grupo depositou apoio aos jogadores. Felipe disse que torcida e jogadores podem tirar o time da situação difícil. Até quinta-feira a Chapecoense esquece o Estadual e volta-se para a Copa do Brasil, onde tem hoje (17) o Clube Atlético Mineiro na Arena Conda pelo jogo de ida da segunda fase. Ontem, sem Luxemburgo que chega hoje às 14:30 em Chapecó, o Galo Mineiro trabalhou no estádio de Coronel Freitas. Não houve coletivo, apenas um desintoxicante e finalizações, diga-se de passagem de alta qualidade. Tardelli, Ricardinho e Correia são desfalques do Clube Mineiro que, com exceção de um vídeo, desconhece a Chapecoense. O goleiro Ricardo desenhou que trocaria a seqüência boa de jogos que vem fazendo por vitórias, pois os pontos no Estadual são mais necessários. Para ele o jogo de hoje contra o Atlético pode projetar jogadores a nível nacional, mas principalmente motivar o grupo para o jogo de domingo em Brusque. O técnico Guilherme Macuglia estréia na Chapecoense pegando uma pedreira de cara e, pios, com o time em baixa e sujeito a rebaixamento no campeonato estadual. Ele teve dois dias para trabalhar com o grupo, afastou jogadores e não chegou a anunciar a equipe. Hoje às 11 horas dará coletiva à imprensa junto com jogadores na concentração.. Mas com poucas opções o time praticamente não muda, mas Rafael Morisco não deve aparecer no time que inicia a partida. Até às 18:00 de ontem dois mil ingressos haviam sindo vendidos e junto com os sócios a expectativa é reunir um público de cerca de 9 mil torcedores no jogo de hoje a partir das 21 horas na Arena Condá. As bilheterias abrem as 10:00. Os ingressos para o jogo com o Atlético custam R$ 100 para as cadeiras, R$ 70 nas sociais, R$ 50 na geral e R$ 30 para aposentados e estudantes. Chapecoense: Ricardo: Felipe, Anelka, Sílvio Bido, Sagaz (Morisco) e Badé; Luiz André, Wiliam Paulista e Luciano Ratinho: Bruno Cazarini e Waldson. Técnico: Guilherme Macuglia. Atlético: Aranha: Coelho, Jairo, Cáceres e Júnior; Zé Luiz, Fabiano, Renan Oliveira e Giovani; Obina e Muriqui. Técnico Wanderley Luxemburgo. Arbitragem: Leandro Voaden, auxiliado por Paulo Conceição e José Silveira.
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Quero deixar somente um comentário sobre um engano no título da matéria.
Da mesma forma como não se chama e se escreve Mengo do Rio, Timão de São Paulo, Colorado do Rio Grande, Coxa do Paraná, quando se diz GALO, só se pode estar falando sobre o ATLÉTICO MINEIRO.
Porque GALO já é uma marca registrada até comercialmente, a torcidas do ATLÉTICO MINEIRO e de seu maior rival, chamam esse clube de GALO.
A torcida atleticana quando incentiva, grita GALO, e não Atlético. Todo mundo se refere a esse clube como GALO.
Portanto, não existe Galo Mineiro, existe, no Brasil, somente um único e verdadeiro GALO.
Só isto, GALO, o nome comercial, popular e carinhoso do CLUBE ATLÉTICO MINEIRO.
Um abraço ao simpático e receptivo povo catarinense.
H.José Campos